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    quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

    John também já escreveu poemas... U_U'

    Muita coisa pra dizer - ou escrever
    E nada que eu possa em palavras expressar - ou tentar
    Já que talvez seja impossível descrever - ou falar, ou imaginar

    Nada me resta, a não ser querer - sonhar e
    Imaginar o que - quem sabe um dia irei - falar
    Quando descobrir - ou ter certeza d' - o que é amar

    Escrito por John,
    no dia 5 de abril de 2010,
    em algum momento de devaneios...


    P.S.: Nunca fui bom em escrever poemas. Só me arrisco a fazer tal coisa em extremos momentos de tristeza, solidão e... fome!
    P.S.2: O que não significa que eles sejam bons, mesmo sob as circunstâncias citadas acima...
    P.S.3: Repare que mesmo não lendo os complementos entre os travessões, o poema ainda faz sentido (ou não...)
    P.S.4: Infelizmente, ainda não inventaram. Mas, com certeza, vai ter gráficos quase reais... xD

    segunda-feira, 10 de maio de 2010

    Conhece Augusto dos Anjos?

    Estou de volta! Bom, no fim do ano passado fiz um trabalho de literatura na escola. Ele consistia em declamar uma poesia de algum dos escritores já estudados. Eu nunca fui bom em escrever coisas assim, mas admito que gosto ler...

    Depois que a professora passou a lista de autores, não demorei muito pra escolher. Na verdade, não demorei nada. Li o primeiro nome da lista e falei: "Pode ser esse aqui mesmo, professora!" Ninguém mais, ninguém menos que Augusto dos Anjos...

    Logo em seguida escolhi a poesia dele que eu mais gosto:

    PSICOLOGIA DE UM VENCIDO

    Eu, filho do carbono e do amoníaco,
    Monstro de escuridão e rutilância,
    Sofro, desde a epigênese da infância,
    A influência má dos signos do zodíaco.

    Profundissimamente hipocondríaco,
    Este ambiente me causa repugnância...
    Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia
    Que se escapa da boca de um cardíaco.

    Já o verme - este operário das ruínas -
    Que o sangue podre das carnificinas
    Come, e á vida em geral declara guerra,

    Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
    E há de deixar-me apenas os cabelos,
    Na frialdade inorgânica da terra!

    Consegui declamá-la sem gaguejar na frente de duas turmas da escola... É lindo, não é?...

    quarta-feira, 14 de abril de 2010

    Momentos

    Tem momentos que não sei o que fazer ou o que estou fazendo. Que me pego pensando em algo anormal, e fazendo coisas estranhas. Ou mesmo não fazendo nada, quando deveria estar.

    Tem momentos que não entendo quem está a minha volta. Que não sei como entender. Que não entendo nem a mim mesmo! Os momentos em que não sei o que se passa na minha cabeça, provavelmente são aqueles em que eu tento entender as coisas...

    Tem momentos que não sei o que sinto. Que imagino como seria sentir algo. Que me pergunto se tudo o que já senti e estou sentindo é de verdade.

    Tem momentos que me pergunto muitas coisas.

    E tem momentos que tento me responder. Respostas... Não sei onde está a maioria!

    Tem momentos que não sei o que fazer e, sem pensar, escrevo coisas idiotas no meu Blog...